Convidamos a todos para participarem do XIII Concurso Literário Faccat- Jornal panorama, que tem como tema "As nossas escolhas".
Os inscritos poderão participar nas modalidades conto, crônica e poema.
A inscrição dos interessados deverá ser feita até o dia 23 de agosto de 2014.
Abaixo, o link para acessar o regulamento do concurso.
http://www2.faccat.br/portal/?q=node%2F1982
Bem-vindos ao blog do curso de Letras da Faccat
Informação, interação e diálogo: são esses os motivos da criação deste blog. Aqui, os alunos de Letras da Faccat ficam informados dos últimos acontecimentos do curso: é um espaço para ver e ser visto!
quinta-feira, 31 de julho de 2014
2º Fascículo do Projeto Ler...
Estão abertas as inscrições do Projeto Ler...2014, fascículo II, que tem como tema "Água".
Lembramos que a nova proposta do projeto destina-se a professores de todas as áreas do ensino fundamental.
O 1º encontro ocorrerá no dia 14/08, das 13h30min às 16h30min e o 2º encontro no dia 16/08, das 8h30min às 11h30min.
Abaixo, o link para efetuar a inscrição.
https://saga.faccat.br/p477/ index.php?chave=3810
Lembramos que a nova proposta do projeto destina-se a professores de todas as áreas do ensino fundamental.
O 1º encontro ocorrerá no dia 14/08, das 13h30min às 16h30min e o 2º encontro no dia 16/08, das 8h30min às 11h30min.
Abaixo, o link para efetuar a inscrição.
https://saga.faccat.br/p477/
Pessoal!
Estão abertas as inscrições para os cursos de extensão:
Curso: O articulador "mas" e seus sentidos: ler a língua e o sujeito por entre três teorias
Datas: 22 e 29 de agosto de 2014
Inscrições: até 26 de agosto de 2014
Horário: Das 19h30min às 22h
Local: Campus da FACCAT
Investimento: R$ 20,00.
Conteúdos Programáticos: Três concepções de língua e de sujeito que surgiram no interior de teorias que trabalham com o texto e com o discurso - Linguística Textual, a Teoria da Enunciação e a Análise de Discurso Pecheutiana.
Link para Inscrição: https://saga.faccat.br/p477/ index.php?chave=3868
______________________________ ______________________________ _________
Curso: Interdiscursividade: História, Literatura e Cinema
Datas: 19, 26 de setembro, 3 de outubro de 2014
Inscrições: até 16 de setembro de 2014
Horário: Das 19h30min às 22h
Local: Campus da FACCAT
Investimento: R$ 20,00.
Conteúdos Programáticos:
1.Imaginação social e o cinema.
2.Real e Ficção. O historiador como testemunha ocular e o filme como fonte.
3.Discurso literário e discurso cinematográfico.
4.Confluências entre os discursos da História, da Literatura e do Cinema.
Link para Inscrição: https://saga.faccat.br/p477/ index.php?chave=3873
______________________________ ______________________________ ________
Curso: Entre o protesto e a prostituição, o corpo em discurso na contemporaneidade
Datas: 27 de setembro e 4 de outubro de 2014
Inscrições: até 23 de setembro de 2014
Horário: Das 8h30min às 11h30min
Local: Campus da FACCAT
Investimento: R$ 20,00.
Conteúdos Programáticos:
• Leitura sobre o corpo na prostituição masculina e nos movimentos feministas de protesto.
• Relação entre noções como corpo, língua, sujeito, contradição e resistência em três áreas de estudos bastante interligadas: a Linguística, a Psicanálise e a Antropologia.
Link para Inscrição: https://saga.faccat.br/p477/ index.php?chave=3869
Estão abertas as inscrições para os cursos de extensão:
Curso: O articulador "mas" e seus sentidos: ler a língua e o sujeito por entre três teorias
Datas: 22 e 29 de agosto de 2014
Inscrições: até 26 de agosto de 2014
Horário: Das 19h30min às 22h
Local: Campus da FACCAT
Investimento: R$ 20,00.
Conteúdos Programáticos: Três concepções de língua e de sujeito que surgiram no interior de teorias que trabalham com o texto e com o discurso - Linguística Textual, a Teoria da Enunciação e a Análise de Discurso Pecheutiana.
Link para Inscrição: https://saga.faccat.br/p477/
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Curso: Interdiscursividade: História, Literatura e Cinema
Datas: 19, 26 de setembro, 3 de outubro de 2014
Inscrições: até 16 de setembro de 2014
Horário: Das 19h30min às 22h
Local: Campus da FACCAT
Investimento: R$ 20,00.
Conteúdos Programáticos:
1.Imaginação social e o cinema.
2.Real e Ficção. O historiador como testemunha ocular e o filme como fonte.
3.Discurso literário e discurso cinematográfico.
4.Confluências entre os discursos da História, da Literatura e do Cinema.
Link para Inscrição: https://saga.faccat.br/p477/
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Curso: Entre o protesto e a prostituição, o corpo em discurso na contemporaneidade
Datas: 27 de setembro e 4 de outubro de 2014
Inscrições: até 23 de setembro de 2014
Horário: Das 8h30min às 11h30min
Local: Campus da FACCAT
Investimento: R$ 20,00.
Conteúdos Programáticos:
• Leitura sobre o corpo na prostituição masculina e nos movimentos feministas de protesto.
• Relação entre noções como corpo, língua, sujeito, contradição e resistência em três áreas de estudos bastante interligadas: a Linguística, a Psicanálise e a Antropologia.
Link para Inscrição: https://saga.faccat.br/p477/
terça-feira, 1 de julho de 2014
Leituras obrigatórias - 2014/2 - Literatura Sul-Rio-Grandense
Segue a lista de leituras obrigatórias da disciplina de Literatura Sul-Rio-Grandense para o semestre 2014/2:
"Contos gauchescos" - Simões Lopes Neto
"Porteira Fechada" - Cyro Martins
"Os ratos" - Dyonélio Machado
"Música ao longe", "Olhai os lírios do campo", "Incidente em Antares" e "O Continente I" - Erico Verissimo
"O exército de um homem só" - Moacyr Scliar
"Morangos mofados" - Caio F. Abreu
"Valsa para Bruno Stein" - Charles Kiefer
"A rua dos cataventos", "Sapato florido": Mario Quintana
"Contos gauchescos" - Simões Lopes Neto
"Porteira Fechada" - Cyro Martins
"Os ratos" - Dyonélio Machado
"Música ao longe", "Olhai os lírios do campo", "Incidente em Antares" e "O Continente I" - Erico Verissimo
“A
ferro e fogo I – tempo de solidão”, de Josué Guimarães
“Videiras de Cristal” e "Concerto campestre" – Luiz
Antônio de Assis Brasil"O exército de um homem só" - Moacyr Scliar
"Morangos mofados" - Caio F. Abreu
"Valsa para Bruno Stein" - Charles Kiefer
"A rua dos cataventos", "Sapato florido": Mario Quintana
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Ordem das comunicações - II Seminário de Língua e Literatura, em homenagem aos 10 anos do Projeto Ler...
RELAÇÃO DAS COMUNICAÇÕES – II SEMINÁRIO DE LÍNGUA E DE LITERATURA
03/10 – QUINTA-FEIRA
15h – Trabalhos estritamente relacionados
ao projeto Ler...
15h- Comunicadora: Ezoléte da Conceição
Rhodes da Silva – Escola Calixto Eulálio Letci (Taquara).
Trabalho: Arte de ler a vida
15h10min: Comunicadora: Vanessa da
Silva Marcon
Trabalho: Ler é um prazer, com muito terror
15h 20min – Comunicadora: Scheila
Gnoatto Stumm
Trabalho: O encantamento das fábulas em sala de aula
15h30min – Comunicadoras: Cíntia
Romaica de Lima e Maria Paulina Arias Tarasiuk
Trabalho: Lendo eu vou me preparando para o mercado de
trabalho.
15h40min – Comunicadora: Greice
Franciele da Costa Rogério
Trabalho: Com bolacha Maria é mais divertido aprender
19h30min – Trabalhos de Língua e Literatura
19h30min: Comunicadora: Renata Faria
Amaro da Silva
Trabalho: O gênero carta em discurso: uma experiência
enunciativa de ensino da Língua Portuguesa.
19h45min: Comunicadora: Pâmela Nataline Camacho
Trabalho: A construção do sentido em textos
humorísticos
20h: Comunicadora: Tamiris Machado
Gonçalves
Trabalho: O
trabalho com os gêneros discursivos em sala de aula
20h15min: Comunicadores: Agostinho
Scherer, Karine Fagundes e Simone Andréa Homem
Trabalho: Abordagem de Lima Barreto no livro ‘Ser
Protagonista’.
20h30min: Comunicadores: Dieila dos
Santos, Leandro Lui, Lílian Kézia do Amaral
Trabalho: Análise de livros didáticos relativos ao
período pré-modernista
20h45min: Comunicadoras: Lucivera
Naloski Dreschler, Daniela Strassburger, Sandra Cachoeira
Trabalho: Análise da biografia de Euclides da Cunha
segundo um livro didático
21h: Comunicadora: Ligia Feller
Trabalho: Análise das personagens João Benévolo e Noel
do romance ‘Caminhos cruzados’
21h15min: Comunicador: Agostinho
Scherer
Trabalho: O romance ‘Crepúsculo’: possíveis
incoerências no enredo?
21h30min: Comunicadoras: Amanda Vargas,
Josiani da Silva Pospichil, Luciane Salete da Silva, Rossana Vargas
Trabalho: Amor e repressão em ‘Amar não acaba’, de
Frederico Lourenço
21h45min: Comunicadoras: Dieila dos
Santos e Lílian Kézia Amaral
Trabalho: ‘Os cus de Judas’, de António Lobo Antunes:
um olhar sobre a relação opressor e
oprimido
22h: Comunicadora: Nicole Carina Siebel
Trabalho: As
principais dificuldades de produção textual de alunos ingressantes na Faccat
quarta-feira, 25 de setembro de 2013
segunda-feira, 24 de junho de 2013
Resenha escrita pelos acadêmicos Iago Möller e Vanessa Schneider - "Cartas Portuguesas" - Literatura Portuguesa I - Profª Luciane Raupp
As Cartas Portuguesas, de
Mariana Alcoforado
Por Iago
Möller e Vanessa Schneider
Uma obra bem explorada não vem de
mera minuciosa leitura. Aliás, uso aqui a palavra “explorar” de forma
proposital e bem intencionada, já que uma obra nunca é escrita na inexistência
da vida, da terra e do tempo: para conhecer uma obra com verdadeira
profundidade, é preciso conhecer as mãos e a o lugar de onde ela vem. Com
“Cartas Portuguesas”, supostamente escritas por Mariana Alcoforado durante o
século XVII, não poderia ser diferente.
Talvez o uso de “supostamente” soe
ousado, mas é o que teorizam especialistas: que a freira que narra a história,
apesar de realmente ter existido entre 1640 e 1723 e vivido em algum convento
português, jamais tenha escrito tais cartas. Em contrapartida, as entrelinhas
de tal romance epistolar nos dão um interessante retrato da sociedade
portuguesa da época.
Em resumo, as cinco cartas narram,
da perspectiva da freira, o romance exacerbado vivido com um oficial francês, Noel
Bouton de Chamilly. Bem, talvez não seja correto colocá-los em um mesmo plano,
pois as cartas partem exatamente da distância entre os sentimentos dos dois.
Enquanto Mariana vive e sofre de forma intensa tal amor, o oficial não possui
sentimentos recíprocos, confessando inclusive possuir uma amante na França em
uma de suas respostas. A partir disso, Mariana persegue os sentimentos que a
aflingem. Como ela esclarece em uma das cartas, apesar de em certos momentos
arrepender-se de seu amor, se diz mais feliz tendo provado desse sentimento do
que se jamais o tivesse gozado. O que segue são hipérboles, repetições,
contradições e sentimentos afins que vão sendo trabalhados pelo tempo, até o
momento em que na quinta e última carta ela dá seu adeus ao amado, tornando
explícito o desprezo que passa a sentir pelo mesmo e por si, por tanta
ingenuidade em lidar com os seus sentimentos.
Note: é curioso o fato de que, como pouco acontece na história, um nobre
e militar tornou-se coadjuvante na história de uma freira. Mais curioso ainda
se percebemos que as histórias de guerra de um homem não se tornaram mais
importantes que as hipérboles e contradições de uma mulher apaixonada.
Por falar em hipérboles e contradições, ficam claras as características
da Escola Barroca Portuguesa na obra. A mais marcante é o constante duelo entre
a razão e a emoção. Nessa luta, Mariana se desespera, se contradiz, se
confunde. O duelo aqui não é apenas entre a mente e o coração, mas sobre as
coisas que vem de seu interior e a cultura a qual estava submetida. Seguindo
essa linha de pensamento, é correto também dizer que há duas Marianas presentes
no texto: a Mariana freira e, principalmente, a Mariana mulher.
E aí, quando falamos nessa separação das duas Marianas, caímos novamente
no papel que a mulher exercia (ou que era obrigada ou educada a exercer) na
sociedade da época. Monica Rector, em sua obra “Mulher: objeto e sujeito da
Literatura Portuguesa”, defende que a “através
dos séculos, a mulher tem sido calada e representada sob a ótica masculina.
Essas representações, além de não coincidirem com aquilo que é vivido e sentido
pelas mulheres, apontam para um dualismo entre homens e mulheres, cabendo ao
feminino os conteúdos ligados à irracionalidade; ao masculino, os que tangem a
racionalidade”. Isso nos leva a pensar que a possibilidade das cartas nunca
terem sido escritas por Mariana, mas sim pelo escritor francês Gabriel de
Guilleragues, não é assim tão absurda uma vez que os papéis de ambos eram bem
distintos na sociedade.
Ela diz também que a mulher ideal, pregada pela sociedade sob forte
influência dos costumes cristãos (já que Portugal sempre foi um país
extremamente católico), acaba por se tornar uma “mulher-deusa”, uma conduta
exemplar, uma vida livre de “pecados”... Os destinos para toda e qualquer
mulher eram sempre os mesmos: ou a moça casava-se ou virava freira. Na fuga
deste padrão, as mulheres desviantes recorriam à prostituição. Tal imagem era
tão forte que vários estudiosos garantem em seus estudos que os diários e
relatos da época não podem nem mesmo ser usados como “verdades” ou retratos da
real vida daquelas mulheres, mas sim do perfil e do estilo de vida que elas
deveriam levar.
terça-feira, 11 de junho de 2013
Artigo das alunas Adriana Schilling e Andréia Sarturi, produzido na disciplina de Sintaxe II, ministrada pela Prof.a. Ms. Vera Lúcia Winter
As flutuações categoriais do adjetivo
Adriana Kirsch Schilling[1]
Andréia Sarturi[2]
Resumo
A Gramática tradicional
do nosso idioma, na maioria das vezes, trata das classes de palavras de forma
superficial, ou seja, sem fazer uma análise mais aprofundada, relacionando-as às
situações de fala ou ao contexto em que são utilizadas. Sendo assim, muitas
dessas palavras são consideradas, equivocadamente, como pertencentes a uma determinada
categoria, sem levar em conta esse funcionamento na sua classificação. Essas
situações são mais comuns do que imaginávamos, por isso servirão como tema deste
trabalho, onde trataremos, mais especificamente, da classe dos adjetivos e seus
possíveis sentidos, considerando sua multifuncionalidade de empregos na unidade
textual. Temos como objetivo principal lançar um outro olhar sobre a imagem
fechada das classes de palavras, apresentadas de forma tradicional, visando
observar a validade dessas unidades linguísticas do ponto de vista semântico,
buscando formas diferenciadas e significativas de trabalhar com essas categorias em sala de aula.
Palavras-chave:
Gramática. Adjetivo. Transposição. Linguagem. Docência.
Introdução
Este artigo irá se deter mais especificamente na classe
determinada pelas gramáticas tradicionais como adjetivo, apresentando as
possíveis flutuações categoriais exercidas por essa categoria.
Com base teórica nos estudos de
alguns autores selecionados, o trabalho mostrará que definir certas palavras
como adjetivo, sem fazer uma análise do entorno em que ela está sendo utilizada,
pode ser um equívoco.
Pretende-se, por meio deste artigo,
fazer uso de exemplos em que o adjetivo muda de categoria, os quais poderão ser
utilizados em sala de aula pelo professor de Língua Portuguesa, e, também,
relacionados ao dia a dia do aluno, visando, deste modo, um ensino mais
proveitoso em sala de aula e não tão metalinguístico.
Através das observações aqui
apresentadas, busca-se, também, ampliar a visão do docente dessa área para que
ele possa ver além dos padrões pré-estabelecidos pelas gramáticas escolares.
Deste modo, talvez, teremos um ambiente mais harmonioso em sala de aula, pois
essa nova visão não deve permanecer somente com o professor, mas ser dividida
com o aluno que, da mesma forma, poderá ampliar sua visão em relação à
aprendizagem das classes gramaticais.
1. A Gramática tradicional e seus
padrões
Muitas vezes, a gramática
tradicional apresenta aos estudantes dos níveis fundamental e médio, e até
mesmo aos estudiosos da língua nacional, as dez classes de palavras existentes
de uma forma supérflua, pois, simplesmente, mostra um “quadrinho” com essas dez
categorias gramaticais, dizendo que as seis primeiras classes são variáveis,
isto é, flexionam-se, em gênero, número e grau , enquanto que as quatro classes
seguintes são invariáveis.
Depois dessas classes serem expostas
ao leitor, começa a caracterização de cada uma delas. Essa caracterização é
feita, na maioria das gramáticas normativas, de um modo preciso, como se tal
classe de palavras fosse pré-definida somente por aqueles padrões ali expostos.
Todos nós sabemos que não é bem assim, porque já sofremos bastante com tais
classificações apresentadas por essas gramáticas na escola. Por isso, vamos,
neste trabalho, tentar romper com esse ensino metalinguístico e ampliar a visão
dos interessados no estudo das classes gramaticais, mais especificamente, neste
artigo, dos adjetivos e suas mudanças categoriais.
Algumas dessas gramáticas chegam a
tentar romper com os cânones da tradição, porém, muitas vezes, não conseguem
atingir esse objetivo. Podemos observar isso nas gramáticas mais antigas e
também naquelas que se dizem atuais. Analisando a “Novíssima Gramática da
Língua Portuguesa”, de Domingos Paschoal Cegalla (2000), é fácil constatar que
esse rompimento não acontece, pois o gramático traz o conhecido “quadro” das
dez classes gramaticais, apesar de fazer uma pequena observação sobre a mudança
de classes de algumas palavras. É o que podemos ver no trecho que segue:
A mesma palavra pode pertencer a
mais de uma classe. Como por exemplo: “O céu é azul (azul, adjetivo). O azul triste de seus olhos fascinava-me (azul, substantivo). Abel era um caipira corajoso (caipira, substantivo). Assisti a uma festa caipira (caipira,
adjetivo). (CEGALLA, 2000, p.127).
Logo em seguida, Cegalla passa a
falar dos substantivos, caracterizando-os e classificando-os de modo bem
tradicional. “Consideremos estes exemplos: ‘Aquele homem comprou um livro e
ganhou uma flor.’ ‘Na praia, a alegria era geral.’ As palavras são substantivos, ou seja, designam
seres.”(2000, p.128).
Mais adiante, ele faz uma ressalva sobre as palavras que
podem ser substantivadas. No entanto, ao observarmos os exemplos apresentados,
vemos que o responsável pela transposição de classe dessas palavras é o artigo que
lhes é anteposto, e não a palavra em si. Cegalla (2000, p.131) afirma:
Palavras de outras classes
gramaticais podem ser substantivadas. Para isso, antepõe-se-lhes o artigo: ‘O morrer pertence a Deus.’ (Raquel de
Queirós). ‘Até hoje a polícia não sabe o
porquê do sequestro – se vingança ou
extorsão.’ ‘Não deixo o certo pelo duvidoso.’(Graciliano Ramos)
Podemos perceber nesse trecho que é o artigo que determina a
classe substantiva da palavra.
Os cânones tradicionais são igualmente observados quando Cegalla
fala dos adjetivos, como podemos notar no seguinte trecho:
Consideremos estes exemplos: “O velho touro da fazenda saiu, arrogante.” (Raquel de Queirós). “Na
ponta do chalé brilhava um grande ovo
de louça azul.” (Cecília Meireles).
As palavras destacadas atribuem qualidades aos substantivos (touro, ovo,
louça): são, por isso, adjetivos. Estes,
são palavras que expressam as qualidades ou características dos seres.
(CEGALLA, 2000, p. 154)
Isso que vimos ocorre na maioria das gramáticas tradicionais
e até mesmo naquelas que dizem ir além desses conteúdos, preconizando uma
concepção moderna de estudo científico da língua. É o que aparece na “Gramática
Houaiss da língua portuguesa” (2010), que, apesar de ser mais descritiva,
obedece aos mesmos padrões tradicionais, quando se refere aos substantivos e
adjetivos:
A classe do substantivo reúne as
seguintes características principais: a) dá nome às parcelas de nosso
conhecimento representadas como seres; b) serve de núcleo às expressões
referenciais do texto; c) tem gênero próprio (masculino ou feminino) e varia em
número (singular ou plural); d) desempenha as funções sintáticas de sujeito e
de objeto direto. (AZEREDO, 2010, p. 155).
Sendo assim, fica evidente que alguns gramáticos até tentam
fugir dos paradigmas tradicionais, mas isso não chega a ocorrer durante toda a
classificação e caracterização das classes gramaticais tratadas como adjetivos
e substantivos.
2. O adjetivo e suas transposições
O linguista Mário Alberto Perini, em seu livro “Sofrendo a
Gramática” (1999), no texto “O Adjetivo e o Ornitorrinco”, fala dos dilemas da
classificação das palavras.
Professor aposentado, palestrante, um extraordinário
linguista, Perini é autor de diversos livros onde debate esses problemas de
classificação das categorias linguísticas, sendo um crítico da gramática
tradicional. Numa linguagem formal, porém simples e direta, o autor inicia o
capítulo falando da classificação dos animais no campo da zoologia, tudo para
deixar claro ao seu leitor que, mesmo no meio científico, existem dificuldades
quanto à classificação, sendo uma delas a do ornitorrinco, animal australiano
que possui características tanto de mamífero, quanto de réptil. Após evidenciar
isso, entra no campo da linguagem, comparando a classificação de palavras com a
das classes dos animais: “A linguística também tem seus ornitorrincos.” (PERINI,
1999, p.40).
O linguista não é contra a classificação de palavras, mas
afirma que, depois de vários anos estudando os “adjetivos” e “substantivos”,
percebeu que essas duas classes, embora tradicionalmente separadas, são
difíceis de distinguir e até mesmo impossível, pelo menos como duas classes
distintas, como fazem as gramáticas usuais. PERINI (1999, p.41) destaca:
Uma coisa que nos poderiam ter dito
na escola (mas, em geral, não disseram) é para que a gente precisa separar as
palavras em classes. Ora, a razão é semelhante à que nos obriga a separar os
animais em classes, ordens, espécies, etc.: classificamos as palavras para
podermos tratar delas com um mínimo de economia.
De forma muito inteligente, Perini lista palavras para
ilustrar seu raciocínio. Usando como exemplo as palavras João e paternal,
esclarece que João é nome de coisa
(pessoa), e paternal exprime apenas
qualidade; logo são substantivo e adjetivo, respectivamente. Porém ele
interroga: “Como classificar maternal?”
Essa palavra ora adjetivo (atitudes maternais), ora substantivo (Meu filho
ainda está no maternal) demonstra, segundo o autor, que a distinção entre essas
duas classes, tal como formulada nas gramáticas normativas, é inadequada. Como
podemos observar uma citação sua (1999, p.42):
Não podemos dar simplesmente a lista
dos adjetivos e a dos substantivos, porque, além de ser uma maneira
antieconômica de fazer as coisas, uma lista pode ser arbitrária, juntando alhos
e bugalhos sob o mesmo rótulo.
Conforme o linguista, se aceitarmos as definições
tradicionais, teremos, pelo menos, três classes: uma das palavras que só podem
ser nomes de coisas, outra das que só podem expressar qualidades e, finalmente,
a classe das palavras que podem ser as duas coisas.
Podemos utilizar outros critérios para diferenciar os substantivos,
de acordo com Perini, como, por exemplo, a palavra que aparece logo depois de
um artigo ou a que aceita aumentativo e diminutivo, mas, para o autor, o
resultado dessas aplicações discordam mais uma vez das classificações
tradicionais: “Assim verde, tradicionalmente um adjetivo, pode ocorrer depois
de artigo (O verde está na moda) e aceita diminutivo, mesmo quando exprime
qualidade (Um pé de alface verdinho). Perini (1999, p. 44) afirma ainda que “O
mínimo que podemos concluir é que a distinção entre substantivos e adjetivos,
tal como formulada nas gramáticas comuns, é inadequada.”
Para Perini, não existe distinção entre a classe dos
adjetivos e a dos substantivos, o que existe é uma grande classe (classe dos nominais), em que as
palavras variam de comportamento conforme o significado que exercem, e essa
flexibilidade segue estritamente a necessidade de comunicação. Sendo assim, um
“substantivo” pode virar um “adjetivo” ou vice-versa. Segundo ele, foi o que
aconteceu com a palavra cabeça, que até há pouco tempo só se usava como
nome de coisa. No entanto, um belo dia, alguém teve a ideia de usá-la para
designar uma pessoa ou coisa admirável de certo ponto de vista. A partir daí, a
palavra cabeça não só passou a ter
significado de “qualidade”, mas também passou a ser empregada em estruturas
tipicamente “adjetivas” (Ontem fui ver um filme cabeça).
Os argumentos apresentados pelo linguista são realmente
convincentes e nos levam a refletir sobre os padrões classificatórios adotados
pelas gramáticas. Ele enfatiza ainda que a palavra xícara continua sendo apenas nome de coisa, porque até hoje ninguém
teve a ideia de usá-la para exprimir uma qualidade.
2.1 Os críticos dos paradigmas
Assim como Perini, outros gramáticos
atuais criticam os padrões pré-estabelecidos pelas gramáticas normativas, Celso
Cunha e Lindley Cintra são dois deles. Em seu livro “Nova Gramática do
Português Contemporâneo” (1985), Cunha e Cintra não se preocupam só em examinar
a palavra em sua forma, mas também analisam e mostram que a classificação das
palavras está relacionada ao seu entorno, ou seja, dá-se de acordo com a função
sintática exercida por ela dentro da oração. CUNHA E CINTRA (1985; p. 239)
afirmam:
É muito estreita a relação entre o
substantivo (termo determinado) e o adjetivo (determinante). Não raro, há uma
única forma para as duas classes de palavras e, nesse caso, a distinção só
poderá ser feita na frase. Comparem-se, por exemplo: “Uma preta velha vendia laranjas” / “Uma velha preta vendia laranjas”. Na primeira oração, preta é substantivo, porque é a palavra
núcleo, caracterizada por velha, que,
por sua vez, é adjetivo na medida em que é a palavra caracterizadora do termo núcleo.
Na segunda oração, ao contrário, velha
é substantivo e preta adjetivo. Como
vemos, a subdivisão dos nomes portugueses em substantivos e adjetivos obedece a
um critério basicamente sintático, funcional.
Rodolfo Ilari, outro crítico dos
paradigmas tradicionais, em sua obra “Gramática do Português Falado” (2002; vol.
II), mostra que a flutuação categorial do adjetivo não ocorre só entre essa
classe e a classe dos substantivos, mas também entre os adjetivos e os advérbios.
Podemos observar este fato no seguinte trecho:
Tradicionalmente, as abordagens se
limitam à constatação de que advérbios são formados pela adição do sufixo -mente a adjetivos, com todas as
peculiaridades relativas à manutenção de características fonológicas da base,
flexão de feminino e ocorrência apenas no último item em caso de coordenação.
Entretanto, parece existir um outro processo de formação de advérbios em
português: a conversão, isto é, a mudança de classe adjetivo/advérbio sem
alteração na forma fonológica. Alguns casos de conversão adjetivo/advérbio são
bastante conhecidos, como os de: a)
João falou alto/baixo; b) João anda
rápido demais.
Desse modo, temos que concordar com
a conclusão de Perini (1999, p. 45), quando ele diz que “a classificação
tradicional, no que se refere aos substantivos e adjetivos, não tem salvação”,
pois uma palavra pode mudar seu comportamento gramatical de acordo com cada
nova função na oração.
3. A Linguagem da juventude em sala de aula
Todos nós sabemos que “português” não é a matéria preferida
da maioria dos jovens nas escolas. Pensando nisso, após analisarmos vários
exemplos de flutuação categorial do adjetivo para o substantivo, ou vice versa,
apresentados por diversos estudiosos da língua, resolvemos direcionar o
conteúdo deste artigo para o ambiente escolar.
Como pudemos avaliar até aqui, essa mudança de classe, que
certas palavras podem sofrer, está, nitidamente, ligada à fala, às escolhas e
às combinações que o falante faz ao pronunciar e até mesmo ao escrever uma
frase. Em uma notícia publicada pela revista “Língua Portuguesa” (2010) sobre
“palavras extraconjugais”, o jornalista Luiz Costa Pereira Junior fala a
respeito dessas combinações e afirma que Noam Chomsky entende que há restrições
à seleção combinatória, a fim de não se criar frases agramaticais, mas a
combinação é considerada livre quando respeita o sistema do idioma. Isso fica
evidente quando o jornalista diz:
Nada impede que, em vez de “ódio
mortal”, eu diga “ódio cego”. Haverá ligeira, mas concreta, mudança de
sentidos: uma expressão amplifica a intensidade do sentimento, a outra enfatiza
o efeito dele numa pessoa. Mas “ódio quadrado” lançaria “ódio” a outra zona de
significação, no mínimo confundente.(JUNIOR, 2010, p. 48)
Sendo assim, podemos perceber que há transgressões
permitidas e outras não. É, também, o que Perini (1999. p. 41) afirma:
Um falante aprende a reconhecer um
verbo, e é só os verbos que ele faz variar em pessoa e em tempo. Isso não é
coisa que se aprende na escola; faz parte do nosso conhecimento gramatical
implícito. Nenhum falante, mesmo analfabeto, tenta conjugar a palavra computador, ou a palavra sempre, ou a palavra e.
Relacionando isso às gramáticas
tradicionais, observamos que elas incluem na sua proposta de ensino da língua,
na maioria das vezes, somente a “classificação”, em que o estudante é convidado
a decorar uma lista de palavras, ou a aceitar que algumas delas são adjetivos,
e outras são substantivos. Isso ocorre sem que lhes seja mostrado que o que determina
a categoria gramatical de uma palavra ou expressão é, exatamente, essas
combinações que são feitas com outras palavras no eixo sintagmático.
As situações de fala, a enunciação,
devem ser trazidas para o ambiente escolar, porque, se observarmos a linguagem
em uso, veremos que nem sempre as palavras têm o sentido e o valor que lhes
atribuem as gramáticas e os manuais que pretendem ensinar a língua.
A linguagem é flexível, o que se
pode ver com os jovens, que a empregam de uma maneira muitas vezes criativa,
criando neologismos e modificando a sua classificação tradicional. Por que,
então, não direcionar essa linguagem à sala de aula, relacionando-a às
possíveis mudanças de classes de palavras. Dessa forma, poderíamos, talvez,
tornar o ambiente escolar e o “português” mais agradável para os nossos jovens.
A jornalista Brenda Fucuta (2010, p. 15), em sua entrevista na revista Língua
Portuguesa, diz:
O conteúdo é importante, mas desde
que embalado de um jeito funcional. E o jovem gosta de entretenimento aliado a
conteúdo. Se algo benfeito é bem embalado, o jovem tira de letra mesmo a
mensagem mais complexa.
Pensando nisso, buscamos exemplos
típicos da fala dos adolescentes, que podem ser utilizados para demonstrar a
flutuação categorial entre adjetivos e substantivos, lembrando sempre que não é
uma linguagem formal e nem para qualquer ambiente ou qualquer situação, mas que
pode, sim, dar ênfase e tornar mais “palpável” a aprendizagem do aluno.
Seguem, então, alguns exemplos de
gírias utilizadas na linguagem juvenil:
|
Substantivo
|
Adjetivação
|
|
Mocreia
|
Mulher
feia
|
|
Salsicha
|
Pessoa
metida à besta
|
|
Chinelão
|
Um
ser sem moral
|
|
Filé
|
Menina
bonita
|
|
Gatinha
(o)
|
Linda
(o)
|
|
Prego
|
Mané
ou otário
|
|
Pelada
|
Jogo
de futebol
|
|
Rato
|
Esperto
|
|
Animal
|
Muito
bom
|
|
Anta
|
Tonto
|
|
Mala
|
Pessoa
insuportável
|
|
Banana
|
Atrasado,
parado
|
|
Xarope
|
Chato
|
|
Chiclete
|
Pessoa
que pega no pé
|
|
Cachorro
|
Homem
mulherengo / mau caráter
|
Ao analisarmos essa linguagem,
veremos que as palavras da esquerda, ainda que gramaticalmente sejam vistas como
substantivos, funcionam como adjetivos, através de um processo de derivação
imprópria, em virtude das suas condições de emprego, tendo em vista os
propósitos de comunicação, e isso está diariamente acontecendo: Caderno será um substantivo até alguém
resolver utilizá-lo como adjetivo. (A “moda”, é claro, tem que pegar).
Antigamente “gatinho” era apenas um animalzinho pequeno (O gatinho da vizinha fugiu de casa). Hoje, “gatinho” tem outro
“sentido” e torna-se adjetivo facilmente (O menino mais gatinho da escola é aquele).
Mário Alberto Perini, em seu livro
“Sofrendo a gramática” (1999), traz outros exemplos neste sentido:
a. Uma palavra amiga (qualidade) b. Um amigo fiel (nome de coisa)
a. Uma menina magrela (qualidade) b. Essa
magrela (nome de coisa)
a. Um homem trabalhador (qualidade) b.
Os trabalhadores (nome de coisa)
a. O carro verde (qualidade) b. O verde está na moda (nome de coisa)
Como diz Perini: “O leitor poderá facilmente aumentar a
lista”.
Conclusão
A partir do que foi exposto acima, percebemos que a maneira como a
gramática tradicional classifica as palavras pode ser favorável no sentido
“econômico” da língua, para que possamos fazer nossas escolhas de forma mais
rápida, ao construirmos um enunciado, um discurso. Porém, precisamos sempre
levar em consideração que não há somente essa classificação a prióri, em que a palavra é isolada do
contexto e recebe um determinado “carimbo” (adjetivo, substantivo,
advérbio...).
A palavra, na verdade, numa
perspectiva puramente classificatória, despretensiosa quanto aos seus valores
semânticos e funcionais, pode ser avaliada isoladamente, como demonstram essas
gramáticas, mas, provavelmente, os ganhos serão bem maiores se ela for
relacionada a um contexto discursivo,
pois é analisando o seu entorno linguístico e discursivo que podemos notar que
esses padrões pré-estabelecidos não dão conta dos sentidos, os quais determinam
as categorias a que pertencem, conferindo, desse modo, uma visão mais
exata para as “classes gramaticais”.
De acordo com o jornalista Luiz
Costa Pereira Junior (2010, p.47,): “As palavras também vivem casos
extraconjugais. Para além do uso consagrado, sofrem efeitos dos relacionamentos
que mantêm com as outras palavras”. Portanto, parece ser um bom princípio de
análise, ao trabalhar com as palavras,
mostrar que elas, embora pertençam a uma determinada classe, têm “ o potencial
funcional” (Perini, 2006, p.140) de outra (s).
Por isso, é importante trazer esses
exemplos para a sala de aula, para que os alunos percebam que um substantivo,
por exemplo, por poder desempenhar mais de uma função, pode, por isso mesmo,
ter o potencial funcional de outras palavras, no caso, o de um adjetivo. Nessa
direção, o professor vai mais longe, saindo do ensino metalinguístico e levando
os alunos a refletirem sobre a língua, tornando, assim, o ambiente escolar mais
agradável.
Referências
AZEREDO,
José Carlos de. Gramática Houaiss da
língua portuguesa. 3ª ed. SP: Editora Publifolha, 2010.
CEGALLA,
Domingos Paschoal. Novíssima gramática
da língua portuguesa. 43ª ed. SP: Companhia Editorial Nacional, 2000.
CUNHA,
Celso e CINTRA, Lindley. Nova gramática
do português contemporâneo. 2ª ed. RJ: Nova Fronteira, 1985.
ILARI,
Rodolfo. Gramática do português falado
vol.II. 4ª ed. SP: Editora Unicamp, 2002.
PERINI,
Mário. Sofrendo a gramática. SP:
Ática, 1999.
FUCUTA,
Brenda. A Linguagem dos jovens. Revista Língua Portuguesa. SP. Nº 52.
Fevereiro, 2010.
JUNIOR,
Luiz Costa Pereira. Palavras Casadas.
Revista Língua Portuguesa. SP. Nº 56. Junho, 2010.
http://portuguesar.wordpress.com
quinta-feira, 11 de abril de 2013
II Seminário de Língua e Literatura: 10 anos do Projeto Ler - Atenção às novas datas
Atenção às novas datas e programação do II SEMINÁRIO DE LÍNGUA E LITERATURA DA FACCAT: 10 ANOS DO PROJETO LER
Programação:
29/08 – quinta-feira
13h30min às 17h:
Oficinas referentes ao III Fascículo de 2013
19h30min às 22h30min:
Sessões
de comunicação - INSCRIÇÕES ATÉ 20/08
Língua
Literatura
Interações
Propostas pedagógicas
31/08 -sábado
8h30min às 11h: Mesa redonda com escritores do Ler.
14h: Café (desfile
premiado com personagens do Ler).
Evento: II SEMINÁRIO DE LÍNGUA E LITERATURA DA
FACCAT: 10 ANOS DO PROJETO LER...
Público-alvo: acadêmicos
de licenciaturas, professores e participantes do Projeto LER...
Datas: 29 e 31/09
Carga Horária: 16 horas
Horário: dia 29/08, das 13h30min às 17h e das
19h30min às 22h; dia 31/08, das 8h30min às 11h30min e das 13h às 16h30min
Local: Campus
da Faccat
Investimento:
R$35,00
Nº de vagas:
200
Período de inscrições: até 20/08 para sessões de
comunicação e 25/08 para demais participantes
Local de inscrições: Protocolo ou pelo site
www.faccat.br
Promoção: Curso
de Letras
sexta-feira, 1 de março de 2013
Agenda de eventos - semestre 2013/1
AULA INAUGURAL DOS CURSOS DE HISTÓRIA, LETRAS,
MATEMÁTICA E PEDAGOGIA
Palestra: O
professor e a educação inclusiva — um novo paradigma educacional
Ministrante: Marilene Cardoso
Data: 2 de
março
Horário: 8h30min
Local:
campus da Faccat
Investimento: gratuito
Vagas: 200
Promoção: Licenciaturas
da Faccat
LABORATÓRIO DE LÍNGUA PORTUGUESA
Ministrante: Juliana Strecker
Público-alvo: acadêmicos da disciplina de Português I e
demais interessados
27 de março — Interpretação textual; resumo
e resenha.
10 de
abril — Interpretação textual; recursos de coesão textual.
24 de
abril — Interpretação textual;
dificuldades ortográficas.
25 de
abril — Interpretação textual; dificuldades ortográficas.
15 de
abril — Interpretação textual; notícia de divulgação científica.
29 de
maio — Interpretação textual; artigo de divulgação científica.
12 de
junho — Interpretação textual; pontuação.
19 de
junho — Interpretação textual; revisão de textos de divulgação científica.
20 de
junho — Interpretação textual; revisão de textos de divulgação científica.
3 de
julho — Interpretação textual ; revisão geral.
4 de
julho — Interpretação textual; revisão geral.
Horário: das 19h30min às 22h30min
Local: sala C101
Investimento: gratuito
Promoção: Curso de Letras
EVENTO: OFICINA
DE ESCRITA LITERÁRIA — CONTOS
(Iniciação à escrita criativa)
Ministrante:
Luciane Maria Wagner Raupp
Público-alvo: acadêmicos da Faccat e demais interessados
Datas: de 25
de março a 24 de junho (às segundas-feiras)
Horário:
das 19h30min às 22h
Local:
campus da Faccat
Período de inscrições: até 23 de março
Vagas: 20
Investimento: R$180,00 à vista ou 3 parcelas de R$ 60,00
Promoção:
Curso de Letras
TENDA DOS MILAGRES — TROCA-TROCA DE LIVROS
Público-alvo: acadêmicos da Faccat e demais interessados
Datas:
18,19 e 20 de abril
Horário:
terça e quarta-feira, das 20h30min às 21h30min;
sábado,
das 11h às 13h
Local:
campus da Faccat
Investimento: gratuito
Promoção:
Centro de Arte e Cultura e Curso de Letras
EVENTO: PONTUAÇÃO
E ANÁLISE SINTÁTICA EXTERNA — PERÍODO COMPOSTO POR COORDENAÇÃO E
SUBORDINAÇÃO
Ministrante:
Vera Helena Dentee de Mello
Público-alvo: acadêmicos da Faccat e demais interessados
Datas: 3,
10, 17 e 24 de maio
Horário:
das 19h30min às 22h30min
Local:
campus da Faccat
Período de inscrições: até 30 de abril
Inscrições:
www.faccat.br
Investimento: R$ 20,00 (acadêmicos ativos ou formados na Faccat)
R$ 60,00 (demais interessados)
Promoção:
Curso de Letras
EVENTO: II
SEMINÁRIO DE LÍNGUA E LITERATURA DA FACCAT- 10 ANOS DO PROJETO LER...
Público-alvo: acadêmicos da Faccat, participantes do Projeto LER e demais
interessados
Datas: 7 e
8 de junho
Horário: 7
de junho, das 13h30min às 17h e das 19h30min às 22h;
8 de junho, das 8h30min às
11h30min e das 13h às 16h30min
Local:
campus da Faccat
Período de inscrições: até 22 de maio para sessões de comunicação e 6 de
junho para demais participantes
Inscrições:
www.faccat.br
Vagas: 200
Investimento: R$ 35,00 para comunicadores e R$ 25,00 para ouvintes
Promoção:
Curso de Letras
EVENTO: MONTEIRO
LOBATO - PRAZER EM CONHECÊ-LO!
Ministrante:
Luciane Maria Wagner Raupp
Público-alvo: acadêmicos da Faccat e demais interessados
Datas: 14,
21 e 28 de junho
Horário:
das 14h às 17h
Local:
campus da Faccat
Período de inscrições: até 12 de
junho
Inscrições:
www.faccat.br
Investimento: R$ 20,00
Promoção:
Curso de Letras
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